Pálidas pétulas
Manchadas de sangue
Nascidas entre as frestas
Do cinza amorfo
Concreto equalizado no caos
Labirinto de formas, luzes e som
Amalgama persona incógnita
Concreto, ferro e solidão
Visão que saem pelas bocas vermelhas esmurradas
Ser alguém e não ser ninguém
Rosas da metrópole que lhe engole dia a dia.
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