Fumo à meia luz
Nas memórias a lembrança
Dos corpos nus enrolados
Em gozos selvagens, sem rosto, sem adeus, sem amanhã
Arde em chamas o piano de um poeta morto
Segredos atrás da porta cinza
Falácias da mente que insistiu em renegar o tentar
Lagrimas diante das paredes brancas e frias
Carcereiras dos sentimentos,
Cela de grades invisíveis
Pelas quais escarro na boca que me beijou
Numa noite, a meia luz..
No quarto de dormir.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
ENFIM O SILÊNCIO
Os chacais se calaram
Parado encontra-se vigilante relógio
A musica perdeu-se no espaço
Longe estou
Infindável túnel escuro
Sigo em frente
Aguardando o projétil para a cabeça encontrar
Lenta é a folha seca que cai em silêncio
Jaz o corpo sepultado no próprio corpo
Enfim o silêncio.
Parado encontra-se vigilante relógio
A musica perdeu-se no espaço
Longe estou
Infindável túnel escuro
Sigo em frente
Aguardando o projétil para a cabeça encontrar
Lenta é a folha seca que cai em silêncio
Jaz o corpo sepultado no próprio corpo
Enfim o silêncio.
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
SOLIDÃO EM RÉ MENOR
A mente que sempre mente
Ao ser vazio
Triste cantador solitário
Viajante da estrelas
Visionário do caos
Carcaça arrastada
De rua em rua,
Bar em bar,
Cama em cama
Numa música unica
Azul a insistir na mente
Deglutinadora lenta
Do céu e do inferno
Solidão em ré menor
Heis a canção do cantador
Ainda sobrevivendo
Ao ser vazio
Triste cantador solitário
Viajante da estrelas
Visionário do caos
Carcaça arrastada
De rua em rua,
Bar em bar,
Cama em cama
Numa música unica
Azul a insistir na mente
Deglutinadora lenta
Do céu e do inferno
Solidão em ré menor
Heis a canção do cantador
Ainda sobrevivendo
terça-feira, 5 de agosto de 2014
LUZES DE NEON
Rostos marmóreos
Inertes insones
Embolorados viciados
Luzes de neon
Copos a dançarem
Intensa é a madrugada
Sem virgula ou acento
Gráfico nenhum a definir
Vida carente perdida
Pares distantes
No tecer da aranha que
Nunca para de se alimentar.
Luzes de neon
Carros a passar
Solidão aparente
Pares a buscar
Sem encontrar
Pois não sabem o quê seria.
Inertes insones
Embolorados viciados
Luzes de neon
Copos a dançarem
Intensa é a madrugada
Sem virgula ou acento
Gráfico nenhum a definir
Vida carente perdida
Pares distantes
No tecer da aranha que
Nunca para de se alimentar.
Luzes de neon
Carros a passar
Solidão aparente
Pares a buscar
Sem encontrar
Pois não sabem o quê seria.
TEMPESTADES DE VERÃO
No começo o vento é fraco
Depois torna-se forte, destruidor...
Nas tempestades de verão a dor diminui
O ardil brinca com a razão
Ventos e chuva,
Solidão e silêncio
Em meio as tormentas
Obscuras do ser...
Findar da vida
Começo da morte
Nas tempestades de verões.
Depois torna-se forte, destruidor...
Nas tempestades de verão a dor diminui
O ardil brinca com a razão
Ventos e chuva,
Solidão e silêncio
Em meio as tormentas
Obscuras do ser...
Findar da vida
Começo da morte
Nas tempestades de verões.
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