Fumo à meia luz
Nas memórias a lembrança
Dos corpos nus enrolados
Em gozos selvagens, sem rosto, sem adeus, sem amanhã
Arde em chamas o piano de um poeta morto
Segredos atrás da porta cinza
Falácias da mente que insistiu em renegar o tentar
Lagrimas diante das paredes brancas e frias
Carcereiras dos sentimentos,
Cela de grades invisíveis
Pelas quais escarro na boca que me beijou
Numa noite, a meia luz..
No quarto de dormir.
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