Não adianta chorar
Ninguém há de ouvir
Não adianta amar
Não há ninguém para desejar-lhe
Assuma sua culpa
Cuspa o veneno
Que tu mesmo preparaste
Seus livros não servem para nada
Suas palavras se perdem no limbo
Vosso lar...
Pontos perdidos
Sem vida,
Sem descanso
Lá no horizonte a morte lhe espera
Sorria agora ser medíocre
Rasteja como vermes
Os mesmos que em breve comeram sua carne
Quebra-se o palácio de cristal
Ao toque das mãos
Que perderam o jogo.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
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