Noite fria e escura
Bate o coração silenciosamente
Veslumbra o céu agora purpura
O triste olhar de uma tulipa negra
Já não há mais risos,
Tão pouco mais as taças de vinho,
no fim, somente restou o amargo da partida
No romper de um novo amanheçer
Entre o ébano da floresta,
Morada da minha alma
Olhei a morte vasculhando
No encalço do meu corpo
Sem nada achar
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